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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Mais salas de estar!

Olá a todos.

Hoje trago-vos uma selecção de salas de estar para apreciarem, as quais espero vos inspirem! O denominador comum é que qualquer uma delas poderia ser minha!

Se bem se recordam já falamos de salas de estar aqui, hoje trago-vos outras, cuja predominância é das cores branco e cinza, umas mais modernas, outras mais contemporâneas, ambiências  onde considero fácil ser feliz! 

Vejamos.

















Que tal, concordam comigo? Gostaram de alguma em particular?

Obrigada pela visita de hoje.
Amanhã haverá mais Branco às Riscas, passem por cá.


terça-feira, 20 de maio de 2014

Peças soltas: almofadas

Olá a todos.

Espero que estejam bem, nós por cá estamos óptimos, embora com muito trabalho, tal como deixa adivinhar o absentismo dos últimos dias!!

Hoje falar-vos-ei de um elemento decorativo muito importante, capaz de alterar por completo o resultado da decoração. Proporcionam conforto, conferem cor, padrão, textura e personalidade à divisão, refiro-me a almofadas, indiscutivelmente!



Há por aí alguém que as dispense? Atrevo-me a afirmar que não!

Porém, a escolha deste acessório, a combinação ou mesmo a disposição mais adequada não é tão linear quanto possa parecer à primeira vista.

Quanto a mim, adoro almofadas, quantas mais melhor, coloridas, lisas e com  padrões, geométricos ou florais... mas obter uma mescla perfeita de tudo isto, tem muito que se lhe diga!

Existem algumas regras... respeitá-las ou quebrá-las? Depende! Tudo depende do resultado que pretendem, do vosso gosto, da forma como querem personalizar a vossa casa!

Ora vejamos:

- se o vosso estilo for clássico as almofadas devem ser colocadas simetricamente e em número par, por norma são lisas ou com padrões florais, às riscas ou axadrezados. 



-se o vosso estilo for moderno as almofadas deverão ser colocadas em numero ímpar, dispostas simétrica ou assimetricamente, dependendo se pretendem um resultado mais formal ou mais descontraído, respectivamente. Lisas ou com padrões geométricos mais abstractos.




- se o vosso estilo for mais eclético deverão misturar almofadas de diferentes formas, tamanhos e padrões, tentando, porém, manter um fio condutor, que harmonize o resultado final, por exemplo através de uma cor comum. A disposição deve ser aleatória.


- uma decoração mais minimalista ou despojada requer almofadas de tons neutros numa escala de preto, branco e cinza.



- uma decoração mais contemporânea já requer almofadas de cores mais intensas a pontuar ambientes, por norma, de base neutra ou monocromática.



- a mistura de cores e padrões confere riqueza visual e conforto.



- a escolha deve recair sobre almofadas quadradas e/ou rectangulares, de dimensão média a grande, pois pequenas almofadas não criam pontos de interesse, apenas causando  o chamado "ruído" visual.


Para vos  simplificar a vida, deixo-vos um pequeno esquema de possíveis combinações que poderão experimentar com as vossas almofadas. Mas lembrem-se, em decoração nada é imutável, antes pelo contrário! Uma óptima forma de irem mudando a vossa decoração é exactamente através das almofadas, alterando a disposição, introduzindo novas a uma combinação já existente, mudando-as conforme a estação do ano ou as épocas festivas...





Fiquem ainda com algumas imagens para se inspirarem.


















Agora que possivelmente já encontraram a combinação ideal para dispor as almofadas no sofá da sala,  deparam-se com outro problema, encontrar aquele padrão que tanto adoram!
Por vezes a oferta do mercado nem sempre vai de encontro às nossas exigências, pelo que a melhor opção será comprar o tecido e mandar executar à medida! Terão aquilo que procuram sem gastar muito e vosso espaço será personalizado!

Não têm tempo para procurar o tecido na cor e no padrão certos? O Branco às Riscas pode dar-vos uma ajuda! Temos ou encontramos a solução ideal para as vossas almofadas e ainda as confeccionamos! Enviem-nos um e-mail para brancoasriscas.homedesign@gmail.com.

Obrigada pela visita de hoje.
Amanhã haverá mais Branco às Riscas, passem por cá.




quinta-feira, 1 de maio de 2014

Lareiras, sim ou não?

Olá a todos.

Desejo-vos um ótimo feriado, mais uma vez! Já repararam que nas últimas três semanas temos tido sempre um feriadinho? Será que isto cria habituação?

Antes de me debruçar sobre o tema de hoje, quero agradecer, mais uma vez, todos as mensagens de apoio que recebi acerca do meu regresso ao trabalho! Muito obrigada!

E já agora, querem saber como foi? Foi bom... mas o momento do dia aconteceu quando regressei a casa e a minha princesa, apesar de muito feliz, se abraçou a mim como quem diz "ainda bem que voltaste mamã"... pelo menos assim interpretei!!

Bem, deixemo-nos destas coisas e vamos lá ao tema de hoje!

Lareiras: sim ou não?

Eu sei que está um dia maravilhoso lá fora e ninguém quer saber de lareiras hoje, mas meus caros se há por aí quem tenha que tomar decisões relativas a lareiras, presumo que seja tempo de o fazer. Construir ou não, demolir ou não, remodelar ou não, são escolhas que devem ser feitas atempadamente e não quando o frio regressar, certo?

Posto isto, vamos lá saber qual a vossa relação com lareiras? Têm? Gostam? Utilizam?

Quanto a mim digo-vos que se a lareira for bem pensada, integrada e executada constitui, à parte da sua funcionalidade, um elemento arquitectónico muito interessante, acrescentando textura e dinâmica à sala.










Já para não falar na sensação de conforto, até mesmo visual, que uma lareira acesa proporciona!



Vejamos, porém, as questões práticas. 

Quantas vezes acendemos a lareira? Por mim falo, tenho lareira na sala, mas confesso que a acendo uma ou duas vezes por ano, na época do Natal, simplesmente porque gosto do ambiente que recria. No restante Inverno, não é funcional chegar a casa ao fim do dia, trazer lenha, acender a lareira... para além de que é inevitável o odor do fumo a entranhar-se nos sofás e cortinas, por mais cuidados que se tenham.

Por outro lado, há quem tenha lareira não por opção mas simplemente porque adquiriu uma casa que já contemplava lareira. Em muitos casos, as lareiras são verdadeiros monos, colocadas aleatorimanete numa parede ou canto da sala, sem qualquer preocupação estética, que mais não fazem se não ocupar espaço e comprometer a distribuição do mobiliário.





Assim sendo, por mais que goste de lareiras, se não as utilizam como fonte de aquecimento, se nada acrescentam esteticamente à vossa divisão e ainda "roubam" espaço útil, então não se coíbam de demolir a lareira e potenciar a vossa sala.

Se a questão for simplesmente estética, então uma remodelação para a tornar mais contemporânea será, certamente, uma mais valia.

E os meus caros leitores, o que pensam sobre o assunto? Sem inibições, mesmo que pensem de forma oposta, partilhem!

Quero saber tudo! Lareiras, sim ou não?

Obrigada pela visita de hoje.
Amanhã haverá mais Branco às Riscas, passem por cá.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Peças Soltas...sofás

Olá a todos.

Estou de volta!!
Não que tivesse estado totalmente ausente, mas, de facto, não fui muito assídua nos últimos dias, entre umas pequenas férias, a Páscoa e o meu aniversário o tempo que me sobejou foi escasso!!

Hoje é um dia particularmente importante para fim, cumpre-se um ciclo e a partir de amanhã tudo será diferente... O último ano, como é do conhecimento de alguns de vós, foi repleto de emoções fortes, entre a angústia e a felicidade, vivemos dias muito intensos!

Volvido um ano, o saldo é muito positivo e já só persistem memórias dos momentos felizes, como o nascimento da minha princesa ou mesmo a criação deste blog!

Têm sido tempos fantásticos, mas amanhã é dia de regressar ao trabalho... É dia de deixar a princesa pela primeira vez (já sinto o coração apertadinho só de estar a escrever isto)... é melhor ficar por aqui!

Isto para vos dizer que de hoje em diante não prometo conseguir fazer posts diários, mas estarei sempre por cá... tentarei responder a todas as vossas questões, mas não com a celeridade que gostaria!

Confio que compreenderão e continuarão desse lado a alegrar os meus dias, tal como têm feito até aqui!
Dou por terminado o meu desabafo matinal e agora vamos lá, finalmente, à causa que nos une... a decoração!

Hoje falar-vos-ei de sofás, uma peça fundamental nas nossas casas, cuja escolha não é tão simples quanto possa parecer à partida.




Antes de adquirirmos um sofá, há que ter em conta:

- a dimensão da sala: o sofá deve ser proporcional ao tamanho da sala, não se pretende um sofá que pareça um comboio a atravessar a divisão e dificulte o colocação do restante mobiliário, nem um sofá demasiado pequeno sem qualquer destaque na sala.



- onde será colocado o sofá: encostado a uma parede, no meio da sala, em frente a uma janela... ? O sofá poderá delimitar o espaço entre a sala de estar e sala de jantar, deve estar posicionado de frente para a porta de entrada e não de costas. Colocar o sofá em frente a uma janela, poderá ser uma boa opção, desde que não comprometa a entrada de luz solar.



- quantas pessoas é necessário sentar regularmente: o sofá deverá sentar pelo menos as pessoas residentes em casa. Claro que este deve ser complementado com cadeirões, banquetas ou poufs que servirão para sentar as visitas.

- o tipo de utilização que é dado ao sofá: já vos confidenciei aqui que considero mais versátil a opção de um sofá com dois cadeirões em detrimento de um sofá com chaise long, porém, se gostam mesmo de estar refastelados a assistir a um filme, há composições bonitas deste tipo de sofá. Uma boa alternativa é optarem por uma otomana, que tanto tem função de mesa de centro como rapidamente se converte num confortável repousa pés!





- a cor pretendida: prefiram sempre cores neutras como os brancos, cinzas, taupes,  e adicicionem a cor através de almofadas.

- o material: entre a pele e o tecido é uma questão de preferência, porém a pele pode ser mais fria no inverno (nada que não se resolva com uma mantinha). Quanto ao tecido, escolham um de boa qualidade (não se esqueçam que se sentam no sofá quase todos os dias) e de fácil manutenção (lavável, sobretudo se tiverem crianças).

- o modelo: bem esta questão é para mim a mais importante, pois se obedecerem a todos os critérios e descurarem este, o resultado estético pode ficar muuuito comprometido!

Prefiram modelos simples e intemporais, como estes.




Claro que este modelo clássico (Chesterfield), também é uma aposta ganha!





Adicionem almofadas, lisas, com padrões, ou a mistura de ambas para adicionar cor e textura ao vosso sofá, disponham-nas simetricamente para um resultado mais harmoniosos ou aleatoriamente para um resultado mais descontraído e desfrutem do vosso sofá, da vossa sala, da vossa casa!

E já agora, quem se atreve a ser o quinquagésimo seguidor? É só clicar ali à direita!!


Obrigada pela visita de hoje.
Amanhã haverá mais Branco às Riscas, passem por cá.